No último encontro de colecionismo de Cuiabá, depois do papo e da muvuca voltei para casa com mais dois desenhos de presente, feitos a jato pelo colega e desenhista de mangá Temer Curi.
E como nossas conversas geralmente pendem para vídeo-game e jogos de nave (inclusive iniciamos uma ainda pequena comunidade matogrossense de Jogos de Nave no Facebook), olha os personagens que acabaram nos desenhos:


Ainda não cheguei a jogar Keio Flying Squadron, mas no caso da Cotton já tenho um pouco de experiência, tendo finalizado Cotton Original (PS1), Cotton - Fantastic Night Dreams (PC Engine CD), Cotton 100% (SNES), Cotton 100% (PS1) e Panorama Cotton (Mega Drive).
Em homenagem aos desenhos, os próximos jogos de Sega CD e Saturn que jogarei serão, respectivamente, Keio Flying Squadron e Cotton 2!
Aproveitando a oportunidade, registro aqui (antes que os desenhos se percam de novo e para sempre) duas amostras da época em que eu ainda aspirava a desenhar algo. Encontrei os dito cujos enquanto fazia o "limpa" dos livros que foram para o Meu Sebo. Agora vejo como estou ficando velho, esses desenhos foram feitos há quase 20 anos atrás...


Quem conhece os personagens sabe quem são.
No meu caso, basta dizer que o Máscara da Morte é o mais poderoso de todos!!!
E ainda bem que não segui carreira, como desenhista eu era um fiasco!
Texto postado por Edward em 27 de Abril de 2013
Infelizmente, a campanha pra troca dos DVDs foi um fiasco.
Somente três colegas se dispuseram a trocar/comprar.
Como eu ainda não desisti de reduzir a ocupação do armário da minha espaçonave, todos os DVDs anunciados na postagem anterior foram movidos para a nova seção do site:
Aos interessados, cliquem no link para conferir do que se trata.
Texto postado por Edward em 13 de Abril de 2013
Vamos lá, os DVDs listados a seguir estão disponíveis para troca. Quem estiver a fim de trocar entre em contato pelo email kollision@kollision.biz, especificando quais títulos deseja e quais está disposto a me enviar em troca. Normalmente quem envia primeiro é o outro lado (você), mas para os conhecidos é óbvio que os envios poderão ser feitos simultaneamente. Não temam os que não são conhecidos, não tenho interesse em dar tombo em ninguém.
Quer comprar algum? Faça uma oferta (razoável, não tosca), então partiremos daí. Tenha em mente, contudo, que a preferência é trocas, não venda.
Atenção: todas as capas abaixo correspondem às capas originais e às versões que tenho. Ao passar o mouse sobre elas você verá o título do filme e, entrre parênteses, a distribuidora. Também estará escrito quando o DVD for duplo ou tiver capa de papelão (Warner). Se não houver nenhuma outra observação, trata-se de uma edição simples.
Farei o controle do que for sendo eliminado nesta postagem mesmo. Não farei mais nada. Essas capas de DVD ficam nesta postagem para a eternidade!
Vendidos:
Trocados:
Texto postado por Edward em 1 de Março de 2013

Finitude é algo com o qual nos deparamos, mais cedo ou mais tarde. No entanto, é preciso lembrar que o "fim" nem sempre precisa ser absoluto. Há fins e "fins". O que acaba, por exemplo, pode renascer de uma forma diferente, mais prática, talvez mais condizente com o passar do tempo e com o amadurecimento da mente.
Não tenho mais espaço, por exemplo, para expandir uma coleção de DVDs iniciada no começo da década passada. Apesar do que muitos dizem, não tenho uma locadora em casa. Cada um dos filmes que estão na minha prateleira foi obtido com o suor do meu trabalho ou por meio de cordiais presentes de parentes e amigos. Todos são originais e preservados com muito carinho. Meu acervo de filmes sempre foi, portanto, um dos meus xodós de colecionador, mas recentemente cheguei à conclusão de que é preciso interromper ou pelo menos conter a sua expansão.
Todos esses anos escrevendo neste website resultaram numa galeria de parágrafos díspares, a maioria bem rasteira ou ruim. Olhando para trás, percebo o quanto evoluí na escrita e na análise crítica, e como meu posicionamento diante do conceito de "cinema " se modificou com o tempo. Hoje, mais do que nunca, cinema para mim é entretenimento. Pode ser sério, mas tem que ser prazeroso ao mesmo tempo. Estou ficando velho, e o tempo para ser erudito demais com conhecimento de menos passou. Hoje posso me dar ao luxo de ser mais assertivo (menos ignorante / um pouco mais erudito) em qualquer coisa relacionada a cinema. Enfim, de Jesus Franco a David Fincher, tudo me apraz e a tudo assisto com igual intensidade.

Caros leitores, a lenga-lenga é só para dizer que estarei me desfazendo de parte da minha coleção de filmes, de forma organizada e de uma maneira com a qual eu possa, ao mesmo tempo, assistir ainda a mais filmes. Como? Muito simples! Divulgarei aqui a lista dos DVDs dos quais quero me despedir, e todo e qualquer cinéfilo que me acompanha poderá me oferecer DVDs para troca. Trocaremos os filmes na base do 1-para-1, a não ser em casos excepcionais.
Acredito que ao fazer isso ficamos felizes e assistiremos a mais filmes. Eu otimizo meu espaço, continuo ampliando meu conhecimento cinéfilo e me desvencilho, aos poucos, do apego material que vem com o lado de colecionador.
Aguardem pelo primeiro lote de DVDs para trocas em breve. Neste ínterim, o que posso adiantar é que os filmes que manterei comigo são os de terror. Da mesma forma, são estes os que terei mais preferência em adquirir.
Texto postado por Edward em 12 de Fevereiro de 2013

Já está tarde demais para desejar um Feliz 2013 a todos?
Minha nossa, já se passou um mês inteiro! Nem terminei de escrever sobre todos os filmes que vi no período, nem de catalogar todas as HQs que li (pelo menos botei em dia a leitura do universo mutante, finalmente) ou de começar a aprender a jogar Giga Wing 2 de forma decente... E já se passou um mês!
Eu sei que já prometi e não cumpri, mas dessa vez vai. As coisas vão mudar por aqui em 2013.
Vão siiiiim!!!!!
Texto postado por Edward em 31 de Janeiro de 2013
Na postagem anterior eu comentei sobre a ausência de lixeiras em Maceió. Foi ainda pensando nisso que, alguns dias depois de retornar a Cuiabá, decidi fazer uma experiência para verificar se minha cidade sofria da mesma carência.
Como eu havia deixado o carro na revisão, desci do transporte da empresa na esquina do shopping 3 Américas por volta das 6h30 da tarde. Entrei no shopping, comprei as últimas edições de X-Men Extra, X-Men e Deadpool e desci ao andar de baixo para comer um pão de batata e tomar um café. Terminado o lanche, a dona do café disse-me que não tinha o troco necessário, então peguei um picolé para facilitar sua vida e fui em direção à saída. Ao invés de ligar para minha princesa me buscar veio-me à mente a ideia de caminhar do shopping até a minha casa, já que não fazia algo parecido há tempos.
Não havia se passado nem duas quadras quando terminei de devorar o picolé. Procurei uma lata de lixo por perto e nada, então segui meu caminho. Lembrei-me de Maceió e, pensando com meus botões se demoraria para cruzar com uma lata de lixo, segui adiante no mesmo ritmo, o de quem é acostumado a fazer caminhadas urbanas altamente dinâmicas – mesmo estando munido de sapatos de segurança com biqueira de aço.
Quem conhece Cuiabá fará uma ideia do nível dos bairros por onde passei: Jardim das Américas, Jardim Itália, Alphaville, Carumbé e Morada do Ouro. Onde vocês acham que fui encontrar a primeira lata de lixo para jogar fora um mísero palito de picolé e sua embalagem? Vá ao fim do mapa abaixo e percorram comigo o trajeto que fiz. A estrelinha vermelha indicará onde me desfiz do lixo.

Engana-se quem acha que, naquele ponto, o que encontrei foi uma daquelas lixeiras da prefeitura. O que estava lá era uma lixeira improvisada pelo garapeiro da esquina, que inclusive já não estaria no mesmo lugar no dia seguinte. Fora essa lixeirinha, não havia sequer uma lixeira ao longo dos 7,1 quilômetros que percorri (segundo o Google Maps) durante um tempo aproximado de 1h10min. A lixeirinha estava a 4,2 quilômetros do meu ponto de partida. As lixeiras na área interna do supermercado Comper do Alphaville não contam.
O cidadão é responsável pela preservação do lugar onde vive, e vagabundo que joga lixo na rua deveria ser punido de acordo. Em contrapartida, o que dizer de uma realidade onde o poder público não oferece um mínimo de motivação para que a população se eduque e cresça culturalmente? É tão difícil e caro assim instalar ao menos uma lixeira pequena por quadra em qualquer cidade deste país?
Não há desculpa para o ato de jogar lixo na rua. Tome vergonha na cara se você possui esse péssimo hábito. Se não possui, saiba que você faz parte do meu time: que continuemos dando o bom exemplo juntos.
Texto postado por Edward em 31 de Dezembro de 2012
Em mais uma escapulida de feriado, desta vez partimos para conhecer mais uma capital do Brasil: Maceió. Chegamos no dia 1º de Novembro e retornamos no Domingo, dia 4. Foram intensos dois dias e meio de sol e praia. Tanto é que até há poucos dias atrás eu estava trocando de pele devido às queimaduras de sol...
No feriado de Sexta-feira conhecemos as piscinas naturais, saindo de jangada da praia de Pajuçara. À tarde e à noite passeamos pela orla de Pajuçara e Ponta Verde, beliscando quitutes e fuçando as feirinhas de artesanato. No dia seguinte curtimos mais um pouco da água do mar e fizemos o passeio das 9 ilhas durante a tarde, que termina na ilha do Carlito. Já no Domingo de manhã foi a vez de conhecermos as belas praias do Francês e do Gunga.
Fotos para recordação eterna:

A visita a Maceió foi ótima. Além dos novos lugares que vimos, experimentamos o chiclete de camarão, uma obrigatória tapioca de carne seca e conhecemos restaurantes como a Bodega do Sertão (típico) e o Takê (excelente rodízio de comida japonesa). Por outro lado, a cidade em si é um pouco decepcionante porque há muita sujeira em todo lugar. Há uma carência extrema de lixeiras nas áreas de maior circulação, e assim o povo acaba jogando muito lixo na rua (não que se deve culpar a falta de lixeiras, o problema está mesmo enraizado na cultura do povo). Além disso, todas as áreas turísticas são marcadas pelo contraste entre o rico e o pobre, e é muito comum ser interpelado por pedintes onde quer que você vá.
Para comparação, Aracaju foi um passeio muito mais amigável em matéria de turismo. Ainda assim, fica a boa experiência e a satisfação de ter conhecido mais um belo cantinho do nosso grande país!
Texto postado por Edward em 30 de Novembro de 2012